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Equação utiliza informações não genéticas disponíveis no momento do nascimento para prever probabilidade de os bebês se tornarem obesos no futuro.

Calculadora estima probabilidade com base em dados como peso da criança ao nascer, IMC dos pais e fumo da mãe durante a gravidez

Cientistas do Imperial College London, no Reino Unido, desenvolveram uma fórmula matemática capaz de prever o risco de obesidade infantil no nascimento.

A fórmula, que está disponível como uma calculadora online, estima o risco de obesidade da criança com base no seu peso no nascimento, índice de massa corporal dos pais, o número de pessoas no domicílio, o histórico profissional da mãe e se ela fumou durante a gravidez.

A equipe espera que o método de previsão possa ser usado para identificar crianças e famílias de alto risco e possa ajudar os pais a tomar medidas para impedir que seus filhos se tornem obesos.

O trabalho foi publicado na revista Plos One.

Os pesquisadores, liderados por Philippe Froguel, desenvolveram a fórmula usando dados do estudo Northern Finland Birth Cohort, criado em 1986 para seguir 4 mil crianças a partir da gravidez.

Eles inicialmente investigaram se o risco de obesidade pode ser avaliado através de perfis genéticos, mas o teste que eles desenvolveram com base em variações genéticas comuns não fez previsões precisas. Em vez disso, eles descobriram que informações não genéticas disponíveis no momento do nascimento foram suficientes para prever quais crianças se tornariam obesas.

A fórmula provou ser precisa não apenas no estudo finlandês, mas em outros testes usando dados de estudos na Itália e nos EUA.

“Este teste leva muito pouco tempo, não necessita de quaisquer exames de laboratório e não custa nada. Todos os dados que usamos são fatores de risco bem conhecidos para a obesidade infantil, mas esta é a primeira vez que eles foram usados em conjunto para prever a partir do momento do nascimento a probabilidade de uma criança se tornar obesa”, afirma Froguel.

Segundo o pesquisador, “uma vez que uma criança se torna obesa, é difícil para elas perder peso, por isso a prevenção é a melhor estratégia, e tem que começar o mais cedo possível. Infelizmente, as campanhas públicas de prevenção têm sido bastante ineficazes na prevenção da obesidade em crianças em idade escolar”.

*A imagem ilustrativa e informações acima retirei do site http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/32385/geral/formula-matematica-preve-risco-de-obesidade-infantil-no-momento-do-nascimento através de pesquisa na internet.

Pesquisa não encontrou diferenças no momento do parto entre mulheres que tiveram relações e aquelas que se abstiveram

Pesquisadores da University of Malaya, na Malásia, descobriram que relações sexuais no nono mês de gravidez não induzem o trabalho de parto.

A pesquisa não encontrou diferenças no momento do parto entre as mulheres que fizeram sexo e aquelas que se abstiveram, segundo informações do Daily Mail.

“Estamos um pouco desapontados que não encontramos nenhuma associação. Teria sido bom para os casais ter algo seguro, eficaz e talvez até divertido que eles poderiam usar para ajudar a entrar em trabalho de parto um pouco mais cedo”, afirma o autor do estudo Tan Peng Chiong.

Apesar de não adiantar o parto, os pesquisadores ressaltam que o sexo é totalmente seguro antes do rompimento da bolsa amniótica.

Estudos anteriores propuseram uma série de explicações biológicas plausíveis para justificar por que o sexo poderia induzir trabalho. Por um lado, o sêmen contém uma substância semelhante ao hormônio prostaglandina, que é utilizado na sua forma sintética para induzir o parto. Também foi sugerido que o orgasmo pode provocar contrações uterinas.

Entretanto, poucos estudos já investigaram se o sexo realmente pode iniciar o processo de nascimento.

Na atual pesquisa, Chiong e seus colegas recrutaram mais de 1.100 mulheres entre as semanas 35 a 38 de gravidez. Nenhum delas tinha tido relações sexuais nas seis semanas anteriores ao estudo.

Cerca de metade das mulheres foram aconselhadas por um médico a fazer sexo com frequência como um meio de acelerar com segurança o trabalho de parto. A outra metade foi aconselhada de que o sexo era seguro durante a gravidez, mas que seus efeitos sobre o trabalho de parto eram desconhecidos.

Os pesquisadores então acompanharam as mulheres para determinar quanto tempo durou a gravidez e se foi necessária qualquer intervenção médica para começar o trabalho de parto.

Eles descobriram que cerca de 85% das mulheres que foram incentivadas a ter relações sexuais seguiram o conselho do médico, enquanto 80% das mulheres do outro grupo também teve relações sexuais.

As mulheres do grupo aconselhado a ter relações sexuais, fizeram sexo com mais frequência durante o restante período da gestação.

No entanto, os resultados mostraram que as taxas de parto induzido foram semelhantes em ambos os grupos: 22% do grupo encorajado a ter relações sexuais e 20,8% do outro grupo.

A gravidez também durou uma média de 39 semanas para ambos os grupos.

Segundo Jonathan Schaffir, da Ohio State University College of Medicine, os resultados oferecem um bom apoio para a ideia de que o sexo não ajuda a induzir o parto.

“Mesmo que o estudo não tenha mostrado qualquer aumento na taxa de indução do trabalho de parto, ele ajudou a cimentar a ideia de que sexo é provavelmente seguro na gravidez”, afirma Schaffir.

*A imagem e informações acima retirei do site http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/32251/geral/estudo-derruba-teoria-de-que-sexo-na-gravidez-induz-trabalho-de-parto através de pesquisa na internet.

Pesquisa sugere que bocejo é processo de desenvolvimento que poderia ser usado pelos médicos como índice de saúde de um feto

Os seres humanos adquirem a capacidade de bocejar ainda no útero da mãe. É o que indica estudo realizado por pesquisadores das universidades de Durham e Lancaster, no Reino Unido.

A pesquisa sugere que o bocejo é um processo de desenvolvimento que poderia ser usado pelos médicos como um índice de saúde de um feto.

O estudo foi publicado na revista PLoS ONE.

O trabalho foi realizado em oito fetos do sexo feminino e sete fetos do sexo masculino entre as semanas 24 e 36 de gestação.

A equipe, liderada por Nadja Reissland avaliou os fetos por meio da tecnologia 4D, um tipo de ultrassom que permite ver detalhes tridimensionais dos fetos em tempo real.

Usando seus critérios recém-desenvolvidos, a equipe de pesquisa descobriu que mais da metade das aberturas de boca observadas no estudo foram classificadas como bocejos.

Enquanto alguns pesquisadores sugeriram que os fetos bocejam, outros discordam e afirmam que é a abertura da boca simples.

No entanto, a equipe afirma que o exame 4D distingue claramente o ‘bocejo’ de ‘abertura de boca aleatória’ , com base na duração da abertura.

Embora a função e a importância do bocejo ainda sejam desconhecidas, os resultados do estudo sugerem que o bocejo pode estar ligado ao desenvolvimento fetal, e, como tal, poderia fornecer mais uma indicação da saúde do feto para os médicos.

“Os resultados deste estudo demonstram que o bocejo pode ser observado em fetos saudáveis. Nosso estudo longitudinal mostra que o bocejo diminui com o aumento da idade fetal. Ao contrário de nós, os fetos não bocejam de forma contagiosa, nem bocejam porque estão sonolentos. Em vez disso, a frequência dos bocejos no útero pode ser ligada ao amadurecimento do cérebro no início da gestação”, afirma Reissland.

Ela acrescenta que o bocejo pode estar relacionado com a maturação do sistema nervoso central, mas mais pesquisas envolvendo a mãe e o feto ainda são necessárias para examinar esta teoria.

*As informações e imagem acima retirei do site http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/32242/geral/-tecnologia-4d-revela-que-fetos-saudaveis-sao-capazes-de-bocejar através de pesquisa na internet.

Saúde do bebê: um manual de remédios caseiros da vovô

A medicina e a ciência evoluem, mas muitas receitas domésticas para aliviar todo tipo de incômodo do bebê resistem ao tempo. Porque até os médicos concordam que funcionam.

Suzana Lakatos e Carolina Prado

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(FOTO DICK LURIA / GETTY IMAGES)

Canja de galinha, papa de arroz, fiapinho úmido para conter soluço e outros remedinhos que nossas avós usavam competem em pé de igualdade – e até com superioridade – com algumas das avançadas fórmulas que lotam as prateleiras das farmácias.

A maior vantagem é a de apresentar efeitos colaterais bem suaves, enquanto os medicamentos industrializados, dependendo do caso, podem provocar reações adversas. Criados intuitivamente, muitos desses remédios caseiros utilizam com sabedoria as propriedades benéficas de alimentos e plantas – hoje reconhecidas pela ciência. Mas, acima de tudo, têm um ingrediente imbatível: o amor e a atenção dos pais. Muitas vezes, não é o chazinho que acalma a criança, mas, sim, o fato de ela se sentir alvo de carinho e atenção.Claro que, quando se trata da saúde do bebê, não se pode bobear. Não é o caso de ligar para o pediatra diante de qualquer crise de soluço, mas também não se deve ignorar que alguns incômodos talvez sejam o primeiro sinal de um problema mais sério. Por isso, o pediatra que acompanha seu filho deve ser consultado sempre. Lembre-se de que os remédios caseiros fazem efeito justamente por não serem de todo inócuos – alguns, consumidos em excesso, podem causar alergias e intoxicações. Cuidado também com a conservação: por não conterem conservantes, são mais sujeitos a fungos e bactérias. Por isso, prepare as suas “poções” sempre em pequenas quantidades para uso rápido.

Papinha de arroz para reidratar em caso de diarreia

Cozinhe o arroz como de costume, desligando o fogo antes que a água seque por completo.

Por que funciona

A papinha atua mais ou menos como o soro caseiro, feito à base de água, sal e açúcar. Também na papa entram sal e água. O açúcar fica por conta dos carboidratos do arroz..

Indicação

Para crianças que já se alimentam com papinhas salgadas, normalmente acima dos 6 meses.

Não há riscos

Papinha ou suco de maçã contra diarréia

Para a papinha, basta raspar a polpa da fruta com uma colher e oferecê-la à criança. Para o suco, bata a fruta, sem casca e sem sementes, com água no liquidificador. Coe antes de servir.

Por que funciona

A maçã contém fibra solúvel e absorve água durante o trânsito intestinal. Com isso, no processo de digestão, ela se transforma em um gel pastoso, que deixa as fezes mais espessas e reduz a velocidade da evacuação.

Indicação

Para crianças que já se alimentam com sucos e papinhas doces, normalmente após os 6 meses.

Não há riscos

Água com açúcar para acalmar

Misture, em meio copo de água filtrada, uma colher de sobremesa de açúcar.

Por que funciona

Em situações de stress, o organismo libera um hormônio, a adrenalina, que estimula o metabolismo e leva a um consumo maior da glicose – cuja taxa ficará reduzida no sangue. A água com açúcar repõe a glicose perdida, proporcionando uma sensação imediata de bem-estar.

Indicação

Para crianças que já se alimentam com sucos, normalmente acima dos 6 meses.

Riscos

O açúcar pode ficar depositado nos dentes da criança, aumentando o risco de cáries. Além disso, no primeiro ano, o ideal é que o bebê se habitue a consumir apenas o açúcar natural das frutas.

Azeite para soltar o intestino

Entre 6 meses e 1 ano, basta uma colher de café. Para crianças acima de 1 ano, a dose é de uma colher de sobremesa de azeite.

Por que funciona

O óleo não é absorvido pelo intestino e funciona como lubrificante da mucosa intestinal.

Indicação

Para crianças que já se alimentam com papinhas, normalmente acima dos 6 meses.

Riscos

O uso prolongado do azeite pode impedir a absorção de nutrientes solúveis em água, como as vitaminas do complexo B, cuja deficiência causa irritações na pele e nas mucosas dos olhos e da boca.

Gelo e faca sobre batidas para aliviar a dor e impedir a formação de manchas roxas e inchaços

Manda a tradição que se aplique uma compressa de gelo no local da batida. Outra opção é substituir a compressa por uma faca sem corte nem serra, pressionando-a levemente, por alguns minutos, contra o local afetado.

Por que funciona

É a temperatura do gelo e da faca que faz a diferença. Com a batida, ocorre um sangramento por baixo da pele, causador do popular galo. O frio provoca uma vasoconstrição, impedindo o sangue de se acumular na região.

Indicação

A partir do nascimento.

Não há Riscos

Mel para aliviar a tosse e ajudar na expectoração

Funciona como xarope e pode ser misturado com folhas de guaco ou oferecido puro. Coloque uma colher de sopa de folhas de guaco, lavadas e picadas, em uma xícara de água fervente, abafando por cerca de dez minutos. Coe e adicione uma xícara de chá de açúcar cristal. Aqueça novamente, até dissolver o açúcar, e acrescente uma colher de sopa bem cheia de mel. Deixe esfriar e guarde em vidro esterilizado, seco e bem fechado. A indicação é de uma colher de chá de xarope duas vezes por dia.

Por que funciona

Os xaropes de mel são viscosos e sua textura ajuda a acalmar as mucosas, irritadas pelas crises de tosse. O açúcar e o mel proporcionam bem-estar, acalmando o bebê. E o guaco contém óleo volátil, resinas e cumarina, usados terapeuticamente como expectorante, antitussígeno (contra tosse) e broncodilatador.

Indicação

A partir de 1 ano.

Riscos

O mel pode conter a toxina Clostridium botulinum, responsável pelo botulismo infantil. Normalmente, ela é eliminada pela acidez do estômago, mas em bebês até 1 ano esse processo ainda é deficiente.

Banho morno para baixar a febre

A água deve estar com temperatura em torno de 25 ºC. Outra opção é aplicar compressas embebidas também em água na mesma temperatura.

Por que funciona

A febre é resultado de um comando do cérebro, que faz o organismo aumentar a temperatura corporal a fim de combater um agente estranho. Em contato com um meio externo mais frio, como a água, o organismo automaticamente regula a temperatura, fazendo a febre baixar.

Indicação

A partir do nascimento.

Riscos

O choque térmico ajuda a aplacar a febre, mas é preciso descobrir a causa das altas temperaturas.

Massagens para aliviar a cólica

Basta friccionar o abdome do bebê, com movimentos circulares lentos, em sentido horário. O ideal é fazer a massagem com os dedos anular, médio e indicador, repetindo a manobra de 80 a 100 vezes.

Por que funciona

A massagem provoca um aquecimento local, que faz a musculatura relaxar. Como conseqüência, a dor dá uma trégua. A compressão leve do abdome também facilita a eliminação dos gases causadores da cólica.

Indicação

A partir do nascimento.

Não há Riscos

Colocar uma bolinha de algodão ou um pedaço de linha vermelha umedecidos no centro da testa do bebê para acalmar o soluço

Por que funciona

Soluços são freqüentes em bebês até 3 meses porque o nervo responsável por essa reação ainda é muito sensível. A bolinha de algodão e a linha não possuem propriedades calmantes. Mas a atenção que os pais dispensam ao bebê no momento do ritual pode ser a razão da eficácia da simpatia. Para a medicina tradicional chinesa, há outra explicação: o centro da testa é a “porta da cabeça” e sua estimulação produz efeito calmante.

Indicação

A partir do nascimento.

Não há Riscos

Ameixa-preta para soltar o intestino

Lave bem três ameixas e bata no liquidificador. Coe e ofereça uma colher de sobremesa ao bebê duas vezes por dia.

Por que funciona

A ameixa é rica em fibras, que estimulam os movimentos do intestino, favorecendo a evacuação.

Indicação

Para crianças acima dos 6 meses.

Não há Riscos

Leite materno para tratar de conjuntivite em bebês

Duas ou três gotas podem ser aplicadas sobre a região afetada.

Por que funciona

O leite materno possui ação bactericida. Como esse efeito é bastante suave, o uso não acarreta alergias ou irritações.

Indicação

A partir do nascimento.

Não há Riscos

Alimentos cozidos em panelas de ferro para prevenir e tratar anemias

Cozinhe as papinhas, como de costume, em panelas feitas desse material.

Por que funciona

As panelas liberam pequena quantidade de ferro durante o preparo, o qual se transfere para os alimentos.

Indicação

Para crianças que já se alimentam com papinhas salgadas, normalmente acima dos 6 meses.

Riscos

Depois de preparada, a comida deve ser transferida para outro recipiente. Se permanecer na panela, a transferência de ferro pode ser muito grande e ocasionar diarréias, que comprometem a nutrição. Esse cuidado não substitui o tratamento médico, especialmente quando a anemia está em grau avançado.

Lenço umedecido em álcool contra dor de garganta e tosse

Basta umedecer o lenço em uma mistura de um copo de água morna com uma tampinha de álcool e prendê-lo ao pescoço do bebê.

Por que funciona

O álcool aquece a região e provoca sensação de bem-estar.

Indicação

Para crianças acima de 1 ano e meio, sob supervisão atenta dos pais.

Riscos

O álcool, quando concentrado, pode causar intoxicação, pela aspiração, e queimaduras na pele. Fique atenta ainda ao perigo de sufocamento.

Compressas com pano morno para aliviar dor de ouvido

Basta aquecer uma fraldinha de pano limpa com o ferro de passar. O tecido morno, a uma temperatura bem confortável, deve ser aproximado da orelha do bebê.

Por que funciona

O calor provoca vasodilatação e relaxa a musculatura da região, aliviando a dor.

Indicação

A partir do nascimento.

Riscos

Não aqueça demais a fralda. Teste primeiro em você.

Chá de camomila para tratar a prisão de ventre

Coloque um saquinho de chá em uma xícara de água fervente e deixe abafado por cerca de dez minutos. Bebês devem tomar meia xícara de chá duas vezes por dia.

Por que funciona

A camomila contém compostos que funcionam como antiespasmódicos, aliviando a dor de barriga.

Indicação

Para crianças liberadas pelo pediatra para o consumo de outros líquidos além do leite materno.

Não há Riscos

Vinagre diluído para aliviar a coceira de picadas de inseto

Misture uma colher de chá de vinagre em três colheres de chá de água filtrada.

Por que funciona

O vinagre contém ácido acético, um poderoso anti-séptico.

Indicação

A partir de 1 ano.

Riscos

A criança pode ser sensível a algum componente do vinagre, o que lhe causaria coceiras e irritação.

Não funciona e ainda faz mal

Alguns remédios caseiros, além de não terem benefícios comprovados cientificamente, oferecem grandes riscos à criança. Por isso, passe longe das receitas a seguir.

Pasta de dente para aliviar queimaduras.

A pele queimada está sensibilizada e qualquer produto pode causar infecção. Além disso, no hospital, a primeira medida do médico que atender a criança será remover toda e qualquer substância que estiver sobre a pele, o que causará dor intensa se houver uma camada de produto recobrindo o ferimento.

Óleo quente para curar dor de ouvido.

É perigosíssimo! Pode causar queimaduras sérias no canal do ouvido e atingir o tímpano, danificando a audição do bebê.

Açúcar para estancar sangramentos.

A fama do açúcar vem de sua utilização em procedimentos cirúrgicos. A diferença é que o produto usado em hospitais é especial. O açúcar doméstico contém substâncias que podem acarretar irritações e infecções.

Gordura de galinha contra bronquite.

Não há nenhuma comprovação científica de que a gordura tenha qualquer relação com o tratamento dos sintomas ou das causas da bronquite. Sem falar que é um péssimo alimento em qualquer idade.

Borra de café para cicatrizar.

Ela não contém nenhuma ação anti-séptica, aumentando o risco de infecções. Além disso, sua presença sobre o ferimento prejudica a cicatrização.

FOTO DICK LURIA / GETTY IMAGES

Consultoria Renata Waksman, pediatra do Hospital Albert Einstein e presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria; Luiz Cervone, pediatra e coordenador clínico do Hospital e Maternidade São Luiz; Késia Diego Quintaes, nutricionista e professora do curso técnico de Nutriço e Dietética do Senac/SP; Fábio Antoniazzi Arnoni, fisioterapeuta e docente do Senac/SP; Andrea de Andrade Ruggiero, professora de Farmacotécnica e Farmacognosia da Faculdade de Medicina do ABC.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site http://pat.feldman.com.br/wp-content/uploads/2007/03/vovo.jpg através de pesquisa na internet.
*As demais imaagens ilustrativas deste post retirei do site http://mdemulher.abril.com.br/familia/fotos/filhos/16-receitas-caseiras-vovo-cuidar-saude-bebe-694171.shtml#1 através de pesquisa na internet.
*As informações acima retirei do site  http://claudia.abril.com.br/materia/saude-do-bebe-um-manual-de-remedios-caseiros-da-vovo-1798?p=%2Fsaude%2Fbebe&pw=6 através de pesquisa na internet.
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Quando uma nova personagem chegou, ele começou a usar seu smartphone para compartilhar emoções. Conheça a história de Renato Kaufmann, escritor e pai coruja.

Diário de um Grávido

Este é o Renato Kaufmann, escritor. Esta é Lucia, sua filha. E esta uma história que começou quando ele descobriu que ia ser pai de uma menina. Aí o escritor virou um grávido e depois o pai babão da Lucia e passou a registrar tudo em um blog e dois livros.

No começo, Renato usava uma câmera e corria para o computador, até que um dia a agilidade do smartphone entrou na sua vida e o blog bombou porque tudo era postado em tempo real. Fotos e vídeos das emoções da vida dos dois, a saída da escola, o beijo do amiguinho tímido. Com toda essa mobilidade, Renato posta na hora no blog, nas redes sociais e compartilha sua corujice com todo mundo.

As fronteiras entre você e as oportunidades estão se abrindo. A TIM trabalha para que você possa se comunicar mais, fazer mais e ir mais longe.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot http://diariogravido.blogspot.com.br/2012/07/e-esta-no-ar.html através de pesquisa na internet.
*O vídeo “Diário de um Grávido” retirei do site http://www.youtube.com/watch?v=Ccf9D6OfrUA através de pesquisa na internet.
*O blog “Diário Grávido” você acompanha neste link http://diariogravido.blogspot.com.br/

Translucência Nucal

Cuidados com a saúde do bebê ainda na barriga

Uma das primeiras sensações de uma mulher que deseja ter um filho e descobre que está grávida é uma felicidade imensa que irradia para todos os lados.

Um tempo depois, essa alegria se mistura com um pouco de preocupação com o futuro bebê: “Será que está tudo bem com o meu filho?”, “Será que ele está se desenvolvendo normalmente dentro da barriga e com saúde?”.

Para saciar essa expectativa da futura mamãe, há alguns exames que são feitos por especialistas durante toda a gestação que podem dizer se está ou não tudo bem com o bebê em desenvolvimento. Um desses exames é a medida de Translucência Nucal (TN).

A Translucência Nucal é medida durante a ultra-sonografia realizada entre a 11a e 13a semana gestacional. A ultra-sonografia geralmente é abdominal, mas se a medida não for possível, pode ser necessária a realização da ultra-sonografia transvaginal.  Se houver um acúmulo excessivo de líquido na região da nuca do feto, aumenta o risco do bebê ter uma alteração cromossômica, mal-formações ou alguma síndrome genética.

Vale ressaltar que a TN não faz o diagnóstico, isto é, não oferece certeza absoluta, mas revela um risco grande daquele feto que está com acúmulo de líquido na região da nuca apresentar alguma alteração. Lembre-se que fazer um diagnóstico de alguma alteração precoce é fundamental para a realização de um tratamento o mais breve possível.

Síndrome de Down - A mais conhecida das alterações cromossômicas é a Síndrome de Down, onde, além da TN, a idade materna e a história anterior na família de alteração cromossômica também são importantes para calcular o risco. Para se ter certeza do diagnóstico de Síndrome de Down é preciso realizar outros exames como o estudo de cariótipo fetal (aminiocentese).

Dos fetos que apresentam a TN aumentada e o cariótipo normal, há grandes chances de mal-formações do coração, síndromes genéticas ou mesmo o não desenvolvimento pleno do feto resultando em abortos espontâneos ou morte intra-útero.

Toda mulher tem algum risco de dar a luz a um bebê com alguma alteração cromossômica. Se a mamãe tiver 25 anos, o risco inicial é de 1/430, isto é, a cada 430 mamães, 1 terá um filho com anomalia cromossômica. Caso tenha 35 anos, o risco sobe para 1/125.

Mas esse número pode aumentar ou diminuir de acordo com os fatores já mencionados aqui, entre os quais a idade da mulher (quanto mais velha a mamãe grávida, maior é o risco) e de história na família de alterações, chamado de risco ajustado ou individual.

Como é um exame simples e não invasivo, ou seja, não há risco para mamãe e nem para bebê, esse exame deve ser realizado rotineiramente no pré-natal em todas as mamães grávidas.

A partir do cálculo desse risco deve-se então verificar a necessidade de se realizar exames mais invasivos para se ter a certeza do diagnóstico, possibilitando tratamento mais específico e o aconselhamento genético para o casal sobre as possíveis anomalias do seu bebê.

Dicas

A Translucência Nucal também proporciona verificar com mais precisão a idade gestacional da mulher, facilitando o acompanhamento do crescimento fetal.

Caso a TN estiver aumentada, não tenha medo e pergunte tudo o que lhe passar pela cabeça na consulta médica.

Quanto mais conhecer o seu bebê, melhor vai poder cuidar da maior preciosidade que você carrega.

Bruno Rodrigues

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot http://1.bp.blogspot.com/-5KhEm3lgWzA/TjRLmyfMbEI/AAAAAAAAAEY/ONu2TQb0X7w/s1600/Transluc+05.png através de pesquisa na internet.
*As informações acima retirei do site http://guiadobebe.uol.com.br/translucencia-nucal/  através de pesquisa na internet.

Estudo com ratos revela que expressão de UCP2 é prejudicada no cérebro de bebês nascidos por cesariana

O nascimento por parto normal desencadeia a produção de uma proteína no cérebro de recém-nascidos que melhora o desenvolvimento e a função neural na idade adulta. É o que revela estudo realizado na Yale School of Medicine, nos Estados Unidos.

A pesquisa mostra ainda que a expressão dessa proteína é prejudicada no cérebro de bebês nascidos por meio de cesariana.

A equipe, liderada por Tamas Horvath estudou o efeito de partos normais e cirúrgicos sobre a proteína desacopladora mitocondrial 2 (UCP2) em camundongos.

UCP2 é importante para a o desenvolvimento adequado de neurônios e circuitos do hipocampo. Esta área do cérebro é responsável pela memória de curto e longo prazo. UCP2 está envolvida no metabolismo celular da matéria gorda, componente-chave do leite materno.

Os pesquisadores descobriram que o parto normal induziu a expressão de UCP2 nos neurônios localizados na região hipocampal do cérebro e que a proteína apareceu em menor quantidade no cérebro de camundongos nascidos por cesariana.

A equipe notou ainda que a inibição do gene UCP2 interferiu com a diferenciação de neurônios e circuitos do hipocampo, comprometendo comportamentos adultos relacionados às funções hipocampais.

“Estes resultados revelam um papel potencialmente crítico de UCP2 no desenvolvimento adequado de circuitos cerebrais e comportamentos relacionados. A crescente prevalência de cesarianas impulsionadas por conveniência ao invés de necessidade médica pode ter um efeito duradouro anteriormente desconhecido sobre desenvolvimento e o funcionamento do cérebro de seres humanos”, conclui Horvath.

*As informações acima retirei do site http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/30104/geral/parto-normal-libera-proteina-que-auxilia-desenvolvimento-cerebral-de-bebes através de pesquisa na internet.
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