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Saiba se há motivo para se preocupar no caso de você ter pequenos sangramentos vaginais

Posted on: 04/09/2010

Após 2 dias sem sangue aparente… o sangramento voltou… o médico recomendou repouso absoluto por 2 semanas, afastamento do trabalho e muitos mimos da família…
 
 
O que fazer em casos de sangramento? 
 
Durante a gravidez, algumas situações podem deixar a mulher preocupada, como é o caso de sangramento e hemorragia. Para responder as dúvidas mais comuns sobre este assunto, preparamos esta matéria especial. Não se esqueça, entretanto, que o acompanhamento médico do pré-natal é imprescindível para garantir que a gravidez corra com toda a tranqüilidade.

Em primeiro lugar, é importante saber que, em caso de sangramento vaginal ou hemorragia durante a gravidez, você deve telefonar na mesma hora para o seu médico, mesmo que o fluxo pareça ter parado.

Embora possa ser apenas um pequeno transtorno, existe a possibilidade de que o sintoma aponte para um problema mais sério. Para ter certeza de que você e seu bebê estão bem, um médico precisa orientá-la. Caso a hemorragia seja intensa ou você sinta uma dor muito forte – e não consiga entrar em contato como médico -, procure um pronto-socorro.

Qual a diferença entre sangramento e hemorragia?

O sangramento envolve um fluxo menor, semelhante ao que ocorre no início ou no final do período menstrual. A cor do líquido pode variar de um tom rosado ao vermelho ou castanho (cor de uma mancha de sangue seco, por exemplo). Hemorragia é um sangramento em grande quantidade, que pode ser acompanhado de coágulos (pedaços de sangue), normalmente superior ao volume da menstruação.

O que provoca o sangramento?

Por causa do acréscimo no fornecimento de sangue para o colo do útero, não é raro que o exame de papanicolaou, o exame de toque ou mesmo uma relação sexual provoquem sangramentos leves. Outros fatores possíveis são:

Fixação do óvulo. Algumas gestantes têm um sangramento leve por volta de 11 ou 12 dias após a fecundação (ou seja, perto da data prevista para a vinda da menstruação). Em geral, decorre da instalação do óvulo fecundado na parede uterina (um processo que tem início de seis a sete dias após a fecundação), mas existem dúvidas sobre as causas. O sangramento costuma ser suave (dura apenas um dia ou dois) e ocorre em poucos casos.

 
Aborto ou gravidez ectópica. Um sangramento, sobretudo se acompanhado de dor no abdômen ou cólicas, pode levantar suspeita de aborto ou de gravidez ectópica (que se desenvolve fora do útero). Aproximadamente um quarto das mulheres grávidas apresenta algum sangramento ou hemorragia no início da gestação, e cerca de metade deste grupo aborta o feto. Mas, se o ultra-som indicar que seu bebê já tem entre sete e onze semanas, as chances de que a gestação prossiga são superiores a 90%.

Infecções. O sangramento, às vezes, é conseqüência de fatores não relacionados à gravidez. Uma infecção vaginal, como a presença de fungos ou de bactérias, ou doenças sexualmente transmissíveis, como tricomoníase, gonorréia, clamídia ou herpes, podem provocar a irritação ou inflamação do colo do útero. Neste caso, aumenta a possibilidade de sangramento após uma relação sexual ou exame papanicolaou. Algumas mulheres apresentam sangramento nas mesmas situações por terem um pólipo cervical (formações benignas).

Problemas de placenta ou parto prematuro. No segundo ou terceiro trimestre, hemorragias e sangramentos podem apontar para o desenvolvimento de placenta prévia, ruptura na placenta (que se separa do útero), aborto tardio (ocorrido entre a décima terceira semana e a metade da gravidez) ou parto prematuro (entre a metade da gestação e a trigésima sétima semana).

Hora do parto. Após a trigésima sétima semana, um corrimento mucoso com coloração de sangue pode ser sinal de que o tampão mucoso se deslocou e o colo do útero começa a dilatar, preparando-se para o parto. É importante relatar esse sangramento ou qualquer outro tipo de manifestação ao médico.

Para finalizar, é importante considerar que as mulheres portadoras de sangue com Rh negativo podem precisar de uma imunização em caso de hemorragia ou sangramento – a não ser que a mãe tenha certeza de que o pai da criança tem o mesmo fator sanguíneo.

Revisado por Dra. Zsuzsanna Di Bella, ginecologista e obstetra. 


*As informações acima retirei do site http://www.jnjbrasil.com.br/JohnsonsBaby/noticia_full.asp?noticia=4259#topMateria através de pesquisa na internet.
 
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